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Brasil · 20/10/2026 20:07 · Pedro Lacerda – Repórter da Rádio Nacional

Comitê da Meta aponta falhas na proteção de eleições e cita Brasil

O Comitê de Supervisão da Meta apontou, nesta terça-feira (20), falhas recorrentes da empresa na proteção de eleições em diferentes países e cobrou mais transparência. Em declaração dos copresidentes, o órgão citou casos recentes no Brasil e nos Estados Unidos. A Meta é a dona das redes sociais Facebook e Instagram, além do aplicativo de mensagens e Whatsapp. O comitê da empresa atua com independência. A Meta paga o funcionamento desse órgão por meio de um fundo separado, do qual não pode retirar o dinheiro, e suas decisões sobre contas e publicações específicas são obrigatórias para a empresa. Já as sugestões de mudança nas regras da plataforma não são obrigatórias, mas a Meta precisa responder publicamente a cada uma delas, em até 60 dias. Brasil No Brasil, a crítica recaiu sobre as contas de anúncios do presidente Lula, candidato à reeleição. Segundo o órgão, as políticas de fraude foram aplicadas de forma excessiva, e o caso deveria ter ido a revisores especializados. A conta usada pela campanha do candidato para impulsionar publicações foi desativada em 23 de setembro, e a equipe do presidente acusou interferência eleitoral. A Meta nega e diz que foi um erro, com o perfil fora do ar por pouco mais de uma hora. Nos Estados Unidos, a conta do movimento No Kings no Instagram foi removida durante protestos, às vésperas das eleições de meio de mandato. Para os copresidentes, os sistemas de prevenção deveriam ter detectado o erro. Eles também questionaram por que o perfil

O Comitê de Supervisão da Meta apontou, nesta terça-feira (20), falhas recorrentes da empresa na proteção de eleições em diferentes países e cobrou mais transparência. Em declaração dos copresidentes, o órgão citou casos recentes no Brasil e nos Estados Unidos.

A Meta é a dona das redes sociais Facebook e Instagram, além do aplicativo de mensagens e Whatsapp.

O comitê da empresa atua com independência. A Meta paga o funcionamento desse órgão por meio de um fundo separado, do qual não pode retirar o dinheiro, e suas decisões sobre contas e publicações específicas são obrigatórias para a empresa. Já as sugestões de mudança nas regras da plataforma não são obrigatórias, mas a Meta precisa responder publicamente a cada uma delas, em até 60 dias.

Brasil

No Brasil, a crítica recaiu sobre as contas de anúncios do presidente Lula, candidato à reeleição. Segundo o órgão, as políticas de fraude foram aplicadas de forma excessiva, e o caso deveria ter ido a revisores especializados. A conta usada pela campanha do candidato para impulsionar publicações foi desativada em 23 de setembro, e a equipe do presidente acusou interferência eleitoral. A Meta nega e diz que foi um erro, com o perfil fora do ar por pouco mais de uma hora.

Nos Estados Unidos, a conta do movimento No Kings no Instagram foi removida durante protestos, às vésperas das eleições de meio de mandato. Para os copresidentes, os sistemas de prevenção deveriam ter detectado o erro. Eles também questionaram por que o perfil
Fonte: Pedro Lacerda – Repórter da Rádio Nacional

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